Não é de tão ruim esperar, por você não é não, a lembrança é boa, e você; saiu sem se despedir, sem dar tchau. Até a pouco, eu juraria que ainda estava por aqui... Coisa besta, pensando em aqui dentro, desse ninho quentinho de pano e coberta, com música ao vivo, fruta e companhia, coral e fotografia... E de todas as músicas, nenhuma que agente conhecia. Eu que nem sei a música que ela mais gosta. já ouviu aquela do Chico com a Maria?? ou aquela do Pato com o Camelo? Isso aquela que fala da Primavera... já que não adivinhei, pra tentar de alguma maneira compensar. Vou por os próximos parágrafos todos pra você:
Mais para poder dizer direito, tinham que ter feito, aproveitar mais uma noite, com só nos 3, você eu e a lua. Olhando pra fora, tentando ir pra dentro, andando na rua. Pra que pressa? Deixa ela que vá embora primeiro.
É esse um daqueles sorrisos, que vem com a subidinha dos ombros, vermelhadinha nas maçãs, que por fim entendi ser o fruto do pecado, do irresistível. E por diante de cheiros e apertos, seguimos nos amassando, e conversando, e pensando, e ... Que as minhas frases já manjadas, você parecia entender quase todas. As que eu sacava uma a uma, como planos de um tirano, pra conquistar a terra inteira. E poder nos ordenar a sempre, seguir com essa brincadeira, não faz mal. Combinei com Chronos, ele vai parar pra gente, por um ou dois aninhos!
(Ninguém da falta de tempo mesmo, e ninguém vai nem notar, que ele parou pra nós)...
Mas, quando o tempo voltou, e o seu barco zarpou, eu fiquei aqui na costa pensando. Pensando no porque ter demais essa mania sem graça que eu tenho de gostar de falar com você. E de dar risada das suas graças nem sempre graciosas!
Mas agora minha senhora, o tempo voltou a correr, ir beirando o relógio pra ele não esquecer de passar por aqui pra te trazer.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
O Norte do Sol!
Postado por Luiz Antonio L. T. às 18:17
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